Creas em Simões Filho realiza acompanhamento psicossocial de segunda a sexta
06 de Julho de 2017 - Aline Mendes
Aproximadamente 200 pessoas são atendidas mensalmente no Centro Especializado de Assistência Social (Creas), que funciona no Centro Social de Simões Filho, localizado na Avenida Walter Aragão de Souza, de segunda a quinta das 8h às 17h e sexta das 8h às 13h30.
O Creas é responsável pela orientação e acompanhamento a indivíduos e famílias em situação de ameaça ou violação de direitos e tem como principal finalidade o resgate da família e é ligado a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e da Cidadania (Sedesc) e gerido pela coordenação e Proteção Social Especial (PSE).
“O Creas se constituiu em atendimento especializado a indivíduos as que tenham sofrido violação de seus direito e é de suma importância na rede socioassistencial do nosso município. A unidade conta com profissionais comprometidos e capacitados para atender os simõesfilhenses.”, afirmou a chefe da pasta, Tatiane Barbosa.
No Centro, qualquer pessoa que tenha sofrido violação de seus direitos pode receber acompanhamento psicológico e jurídico desenvolvido por uma equipe multiprofissional, constituída de assistente social, psicólogo, advogado e um coordenador.
“O Creas é uma referencia na comunidade e qualquer pessoa que sofra violação de direitos pode procurar a nossa equipe que está apta a ajudar. A coordenadora Joseane Santos fará os encaminhamentos necessários”, disse o psicólogo e coordenador Proteção Social Especial, Elicarlos Coutinho.
O Creas ainda realiza visitas domiciliares, atividades socioeducativas, ações de prevenção e mobilização, encaminhamentos a rede socioassistencial, com o objetivo de fortalecer a capacidade de proteção à família e favorecer a superação da situação de violência vivida.
O serviço ofertado pelo órgão funciona em articulação com a Defensoria Pública, Ministério Público, Conselho Tutelar e outras organizações de Defesa de Direitos, com o objetivo de estruturar uma rede efetiva de proteção social.
Em caso de suspeita de algum tipo de violência contra crianças e adolescentes, denuncie ao Conselho Tutelar, sediado no Centro Social do município, ou pelo número 100. Já em caso de violência envolvendo mulheres, idosos e deficientes, denuncie ao Ministério Público. A ligação é gratuita e a pessoa não precisa se identificar.
Ascom
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