Subsecretário de Segurança atira em porta para impedir invasão do MST no CAB
10 de Setembro de 2013 - PiatãOs manifestantes que estavam no local acusam o subsecretário de atirar por três vezes na direção do grupo, causando correria e confusão no local
Foto tirada por manifestantes mostra subsecretário segurando arma (Foto: Salvio Oliveira/Assentamento Terra Vista)O subsecretário Ari Pereira fez disparos de arma de fogo para dispersar os manifestantes para impedir a invasão dos integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) ao prédio da sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) na manhã desta terça-feira (10). Segundo a assessoria do órgão, os integrantes do grupo já ocupavam o térreo e pretendiam subir às escadas para ter acesso aos outros pavimentos, quando foram impedidos por apenas um disparo de advertência.
Porém, os manifestantes que estavam no local acusam o subsecretário de atirar por três vezes na direção do grupo, causando correria e confusão no local. Um dos tiros atingiu uma porta de vidro do prédio. Ainda de acordo com a SSP-BA, os manifestantes estavam armados com foices, facões, machados, enxadas e paus.
A SSP-BA confirmou que o disparo fez os manifestantes recuarem, mas justificou que a ação foi para garantir a integridade dos servidores que já estavam no prédio para trabalhar. A Secretaria ainda informou que "repudia qualquer manifestação violenta, que ameace a integridade dos funcionários e as instalações físicas de suas dependências".
A confusão aconteceu por volta das 8h quando centenas de integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) tentaram invadir o prédio. Duas viaturas da 82ª Companhia da Polícia Militar (CIPM/Paralela-CAB) foram encaminhadas ao local para acompanhar o protesto com cerca de cinco mil pessoas, segundo a Central de Polícia.

Centenas de manifestantes que não conseguiram entrar no prédio resolveram ficar reunidos no entorno. Um caminhão que foi colocado na frente da secretaria pelos integrantes do MST, foi removido pela polícia.
Eles carregavam cartazes e faixas pedindo investigação na morte de um jovem durante os conflitos por terra no interior do estado. O grupo também quer a intervenção da SSP-BA nas negociações. Os manifestantes estavam acampados na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) desde ontem. *Correio
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