Presidente de entidade que "diplomou" Feliciano se arrepende: "Eu não concordo com as atitudes dele"
08 de Abril de 2013 - Piatã"Espero que ele renuncie, pelo bem da sua família. Só Deus sabe o que está passando", disse Elizeu Fagundes Rosa

Marco Feliciano chegou a publicar o diploma na sua conta do Twitter, mas depois retirou
O presidente da entidade baiana que entregou um "diploma de defensor dos direitos humanos" ao deputado Marco Feliciano (PSC), que esteve em Salvador na noite de quinta-feira (4), se arrependeu da decisão.
Arrependido, o presidente do grupo agora faz parte dos que pedem a renúncia do pastor da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. "Eu não concordo com as atitudes dele. Só assinei o documento", disse à Folha Online Elizeu Fagundes Rosa, líder da Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos (FBDDH). "Espero que ele renuncie, pelo bem da sua família. Só Deus sabe o que está passando".
Ontem, ao explicar a decisão de diplomar Feliciano, Elizeu defendeu o pastor. "Era para o deputado ter recebido esse diploma há seis meses, mas ele não tinha agenda. Ele é ficha limpa, tem um trabalho social também. Então a instituição achou por bem que ele recebesse o diploma", disse ao Estadão.
Feliciano é alvo de protestos e manifestações mesmo antes de assumir o cargo na comissão. Ele é acusado de homofobia e estelionato por conta de postagens em sua página no Twitter. Ele também é alvo de duas ações no Supremo Tribunal Federal (STF). A federação é considerada uma "sociedade civil de interesse público" e tem sede em Itamaraju. Pastores fazem parte da diretoria.
Processos
O presidente da federação foi indicado em quatro inquéritos pela Polícia Federal e também é réu ao menos em dois processos, segundo o Blog do Josias, do Uol.
Rosa já foi também o responsável pelo Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos, entidade sem nenhum vínculo público e que foi alvo de ações do Ministério Público Federal.
À Folha, Rosa negou ser alvo da PF e diz que apresentou defesa para tudo de que foi acusado. Ele diz que é vítima de perseguições políticas e de "confusões".
Na sexta, Feliciano divulgou uma imagem do diploma no Twitter e se disse emocionado. O diploma tem um erro, pois aparece com o nome Marcos, e não Marco. Fonte: Correio
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