Cristóvão credita derrota do Bahia a momento de sonolência do time
01 de Setembro de 2013 - PiatãTricolor inicia mal o jogo contra a Portuguesa e leva três gols em apenas seis minutos de bola rolando. No final, derrota por 4 a 2 no Canindé
Seis minutos foram o suficiente para que a Portuguesa praticamente resolvesse o duelo com o Bahia na noite deste sábado. Com menos de dez minutos de jogo, o time paulista abriu três a zero com Moura e Gilberto (duas vezes). Enquanto a Lusa demonstrava estar ligada e em busca do resultado, o Tricolor era o reflexo de um time perdido e sem vontade dentro de campo.
O jogo deste sábado foi o terceiro entre os dois times em um período de dois dias. Nos dois primeiros, pela Sul-Americana, uma vitória do Bahia e outro empate. Como prêmio, a passagem de fase na competição continental. O histórico favorável poderia deixar os atletas com o chamado salto alto, hipótese descartada por Cristóvão Borges. Na opinião do treinador, o motivo da derrota vergonhosa foi o momento de sonolência do time dentro de campo.
- Salto alto não porque a equipe tem humildade, faz as coisas com simplicidade. Foram momentos de desatenção. A equipe ficou sonolenta e a Portuguesa concluiu bem as oportunidades que teve. Futebol tem que ter confiança para jogar. Eles se abaterem e depois conseguiram melhorar um pouco, mas nada o suficiente para reverter a desvantagem – lamentou o treinador do Bahia.
Com o placar negativo logo nos minutos iniciais da partida, Cristóvão Borges fez duas mudanças em sequência. Machucado, Rafael Miranda foi substituído por Diones. Logo depois, Marquinhos deixou o time para a entrada de William Barbio.
- Isso também não é uma coisa normal de acontecer. Mas diante da necessidade a gente tinha que se reorganizar. A necessidade fez com que fizéssemos as mudanças no primeiro tempo – explicou.
A segunda alteração foi feita por opção técnica do treinador do Bahia. Marquinhos, um dos principais jogadores do time, não se mostrou nada satisfeito ao ser substituído. O jogador deixou o campo bastante irritado, situação considerada normal pelo treinador.
- Isso não tem problema. O jogador normalmente não gosta quando é substituído e não se está habituado a sair no primeiro tempo. Como tínhamos levado três gols em seis minutos, eu precisava mudar – finalizou o técnico do Bahia.
*G1.
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