Estados Unidos aprovam o primeiro viagra feminino
08 de Julho de 2019 - Redação Pernambués agora
As instruções indicam que o Vyleesi, nome comercial do bremelanotida, deve ser injetado na coxa ou no abdômen, 45 minutos antes da relação sexual.
As instruções indicam que o Vyleesi, nome comercial do bremelanotida, deve ser injetado na coxa ou no abdômen, 45 minutos antes da relação sexual.
Agora, mulheres com baixa libido podem contar com um medicamento semelhante ao viagra para tratar a condição. Agora o prazer também é delas! A bremelanotida age no sistema nervoso central com o intuito de melhorar os níveis de dopamina, hormônio responsável pela excitação.
Na semana passada, a Food and Drug Administration (FDA) – agência norte- americana de controle alimentar e de medicamentos – aprovou uma injeção para melhorar o desejo sexual das mulheres na pré-menopausa ou que sofrem da síndrome do desejo sexual hipoativo (DSH).
De acordo com AMAG Pharmaceuticals, a empresa responsável pelo produto, ao contrário das versões que já estavam disponíveis no mercado, a nova medicação não é de uso constante, podendo ser tomada apenas quando necessária.
As instruções indicam que o Vyleesi, nome comercial do bremelanotida, deve ser injetado na coxa ou no abdômen, 45 minutos antes da relação sexual. Outra novidade: a injeção pode ser utilizada mesmo se a mulher tiver ingerido álcool.
“Estamos entusiasmados com a possibilidade de oferecer outra opção às pacientes. As mulheres sofrem bastante com a falta de libido, e praticamente em silêncio, por uma condição estigmatizada, e muitas delas não sabem que é tratável”, comentou Julie Krop, diretora médica da AMAG, ao jornal The New York Times. A fabricante informou que o Vyleesi estará disponível para comercialização nos Estados Unidos a partir de setembro.
Efeitos colaterais
Como a toma de qualquer tipo de medicação, o Vyleesi apresenta efeitos colaterais, como dor de cabeça. Durante os testes clínicos, 40% das participantes tiveram náuseas. Outro efeito colateral é o escurecimento de partes da pele e das gengivas – que não desaparece mesmo após o término do tratamento (1% dos casos).
A FDA ainda destacou que mulheres com pressão alta ou doenças cardiovasculares não devem tomar o medicamento.
Com informações do Notícias ao Minuto.
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