Cultura

Luan Santana guarda calcinhas das fãs: ‘Tenho umas 6mil’

09 de Junho de 2015 - Maíra Lima

luan santana cheira calcinha

Luan Santana com calcinha de fã na mão.

Luan Santana falou à edição de junho da Playboy e contou quais os boatos o incomodaram no início de carreira. Ele ainda revelou como foi lidar com a fama quando explodiu no comecinho da carreira, entre outros assuntos. “Eu ficava acordado de madrugada pesquisando meu nome no Google pra ver se estavam falando”, lembrou o cantor. Ele ainda tentou explicar os motivos de ser tão diferente dos outros cantores sertanejos e falou dos motivos de ter mudado, de certa forma, o estilo no Brasil. Para o cantor, existe muito mais do que um visual diferente. “Acho que por eu ser muito novo, pentear o cabelo diferente, por usar umas roupas mais descoladas. Todos os outros sertanejos usavam bota, camisa e chapéu.” Em entrevista à seção 20P da revista, Luan destacou que, hoje, suas fãs demonstram carinho de forma bem picante. Nada de atirar ursinhos de pelúcia sobre o ídolo: segundo ele, os palcos de seus shows ficam forrados de calcinhas — e o cantor diz ter como provar. “Eu guardo tudo, mesmo as usadas. Tenho um aquário no meu escritório com umas 6 mil calcinhas, de todos os tamanhos.” Questionado se já saiu com alguma estrela de capa de PLAYBOY, Luan foi rápido na resposta. “Deixa eu pensar aqui... foram seis! Mas a culpa é de vocês, que só colocam as mulheres mais lindas do Brasil nas capas.”, provocou, em resposta. Um dos segredos para se tornar sensação com o público feminino, segundo Luan, é usar calças justas. Muito justas. “Antigamente eu chegava a usar bota com calça de mulher”, diz, atribuindo a ideia a uma sugestão de Fernando, da dupla Fernando e Sorocaba. “O Fernandinho me passou a dica pra comprar o modelo feminino. Era apertado pra c***!”, lembra. O astro do sertanejo aproveitou o gancho de seu último álbum, que traz um show com versões acústicas de seus sucessos, para opinar sobre o meio musical. “Na época do Roberto Carlos dava para lançar um trabalho a cada dois anos, mas hoje o mercado pede que você lance algo novo a cada seis meses”, analisa o cantor. “Você tem de adivinhar o que fazer muito rapidamente, não tem mais uma referência de mercado. Surge um artista novo a cada momento. Tudo mudou.”, conclui ele, ao falar da carreira. As informações são do Msn

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