Maxi? Escudero? O gringo sensação da Toca é o paraguaio Cáceres
24 de Outubro de 2013 - PiatãNa rodada passada, foi dele o gol que garantiu o empate por 1x1 com a Portuguesa, no Canindé. Virou peça fundamental
Ele é paraguaio, mas, a despeito das piadas com seu país, vem mostrando futebol original com a camisa do Vitória. Menos badalado que os argentinos Escudero e Maxi, o também gringo Cáceres tem sido decisivo no Brasileirão e se firmou como peça fundamental do esquema tático montado pelo técnico Ney Franco.
Na rodada passada, foi dele o gol que garantiu o empate por 1x1 com a Portuguesa, no Canindé. “É um jogador muito importante que a gente tem. Ele tem uma qualidade muito boa quando joga na meia e quando é preciso jogar de volante. Sabe fazer a marcação e também sabe sair de trás porque tem boa técnica”, elogia o goleiro Wilson.

“A gente espera que ele possa manter essa regularidade até o final”. Cáceres atuou em 25 dos 30 jogos disputados pelo Vitória na Série A. Foi titular em todos, com 8 triunfos, 7 empates e 10 derrotas. Só não terminou uma partida em campo seis vezes, sendo que em cinco delas o técnico ainda era Caio Júnior. Com Ney Franco, só foi substituído quando não teve jeito: ao se machucar diante do Náutico, na 21ª rodada. Ficou fora por três rodadas e depois voltou a ser titular absoluto.
O paraguaio esteve em campo por 2.149 minutos e tem a ficha totalmente limpa no quesito disciplina. Apesar do papel importante na marcação, ainda não levou nenhum cartão. De quebra, ajuda o ataque. Cáceres balançou a rede quatro vezes no Brasileirão e, ao lado de Marquinhos, é o terceiro maior artilheiro do time. Só perde para os atacantes Dinei (nove) e Maxi (oito).
Portunhol - Luis Enrique Cáceres Centurión tem 25 anos e nasceu em Assunção. Começou a jogar bola em 2004, defendendo o Sport Colômbia, que apesar do nome é paraguaio também. No Cerro Porteño, se profissionalizou, em 2007. Antes do Vitória, atuou pelo Libertad e pela seleção paraguaia. Além do título baiano, foi três vezes campeão paraguaio – duas vezes no Apertura (2009 e 2012) e uma no Clausura (2012).
À vontade nos gramados brasileiros, Cáceres ainda se embola coma timidez e o português. “Ele não é de falar muito, mas é bem-humorado”, diz Wilson. “Está arranhando o portunhol ainda, mas já está super adaptado. O português dele é meio complicado de entender. Está sempre perguntando uma palavra ou outra que escutou e não entendeu”, conta, aos risos. Com amigdalite, Cáceres não treinou ontem pelo segundo dia consecutivo, mas nada que preocupe para o jogo de domingo, contra o Fluminense, no Rio. Escudero deu voltas no campo e deve jogar.
*iBahia.
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