Leão diz que Tevez vale R$ 44 milhões como jogador, não como homem
31 de Outubro de 2011 - PiatãO último técnico brasileiro a conviver com Carlos Tevez não recomenda a nova milionária investida corintiana para repatriar o argentino. Avesso a jogadores estrangeiros e publicamente responsabilizado pelo atacante na conturbada saída do Parque São Jorge, em 2006, Emerson Leão opina que, fora de cam
"Como atleta, sim. Como homem, não", disse o técnico do São Paulo em entrevista a TV Gazeta. O ex-goleiro teve problemas com Tevez desde o momento em que iniciou a passagem no comando do clube alvinegro, em agosto de 2006, e compara a situação com a vivida pelos treinadores do argentino na Inglaterra.
"Como jogador, qualquer treinador aprovaria gastar R$ 44 milhões na contratação de Tevez. Mas ele tem dificultado o pensamento dos treinadores em relação a ele. Não está acontecendo só agora, mas em várias equipes, inclusive no próprio Corinthians", afirmou Leão.
No Corinthians, uma das primeiras decisões do técnico foi tirar a tarja de capitão de Tevez, que já vivia crise com a torcida. A justificativa era que ninguém entendia o que o astro do time campeão brasileiro em 2005 falava. O argentino ficou indignado, chegando a faltar a treinamentos.
Mais tarde, Leão aumentou a ira do principal contratado da MSI, então fundo de investimentos parceiro do clube, ao se negar a liberar ele e Mascherano para defender a Argentina contra a Seleção Brasileira em data fora do calendário montado pela Fifa. Pouco depois, Tevez deixou o clube em direção ao West Ham, da Inglaterra, apontado o técnico como maior culpado pelo fim da passagem no Corinthians.
"Não tentem tapar o sol com a peneira, não joguem a responsabilidade nas minhas costas. Desde muito antes de eu chegar no Corinthians diziam que o Tevez queria ser vendido. Não sou eu quem trouxe qualquer novidade em relação a esse jogador", disse Leão na época.
Na Inglaterra, Tevez ainda teve problemas com Alex Ferguson na passagem pelo Manchester United e, nesta temporada, se desentendeu com Roberto Mancini, no Manchester City. Casos que Leão usa como argumentos para a avaliação do astro. O ex-goleiro destaca principalmente a recusa do argentino em sair do banco para entrar durante jogo contra o Bayern de Munique, pela Liga dos Campeões da Europa.
"Os ingleses sabem o que estão fazendo. Algo mais passou na cabeça dele pela demonstração do que foi feito. Os dirigentes devem prestar atenção no que é apresentado no currículo e por que aconteceram as coisas", afirmou Leão. "No Corinthians, a veneração por ele é grande, mas também começou assim lá na Inglaterra e ele não aconteceu. Mas cada um sabe da sua vida". As informações são do Terra.
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