Pauta Livre por Rogaciano Medeiros
20 de Novembro de 2015 - Maíra LimaRogaciano Medeiros é jornalista e graduando em Ciência Política pela UFBA
GRANDEZA
O coro de grandes personalidades pela renúncia do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acaba de ganhar um poderoso reforço. Agora, é o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, quem defende não apenas a saída, mas também a cassação do peemedebista. "Nós precisaríamos de uma grandeza maior para, no contexto, haver o afastamento espontâneo. Quem sabe, até a renúncia ao próprio mandato". Ele afirma que a troca no comando da Câmara vai ajudar, e muito, a amenizar a crise política.
CASSAÇÃO
A manobra do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que terminou por tumultuar a leitura do relatório preliminar do Conselho de Ética, não muda o conteúdo do texto e muito menos o livra da cassação do mandato. O colegiado confirmou para terça-feira a apresentação do relatório. Está cada vez mais difícil para o peemedebista, que não explicou as contas secretas na Suiça, escapar da perda do mandato. A situação é delicada.
FERIADO
Esta sexta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, é feriado em centenas de cidades brasileiras de todas as regiões, inclusive em capitais como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Cuiabá (MT), Manaus (AM), Maceió (AL) e Macapá (AP). Em Salvador, cidade mais negra fora do continente africano, é dia normal. O movimento social e popular promove diversas atividades para marcar a data. O ex-presidente Lula participa de caminhada na Liberdade.
RETROCESSO
A atitude do Parlamento de derrubar o veto da presidenta Dilma Rousseff à proposta de impressão dos votos nas eleições é considerada um retrocesso pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli. "A concepção da urna eletrônica foi acabar com a intervenção humana. A intervenção humana não deixa rastros. A intervenção tecnológica deixa rastro e é possível de ser auditado". A novidade eleva em mais R$ 1,8 bilhão as despesas do TSE.
DECADÊNCIA
O obscurantismo que tomou conta da linha editorial dos veículos do grupo tem levado à falência um dos maiores conglomerados de comunicação do país. A Editora Abril, da conservadora família Civita, anuncia a retirada do mercado da revista Playboy, com mais de 40 anos de circulação. Antes, já havia fechado a Men's Health e a Woman's Health. O principal título dos Civita, a Veja, se transformou nos últimos anos em uma publicação comprometida com a extrema direita, com linguagem ofensiva de concepção fascista.
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