“Essa reforma é um tiro na nação brasileira”, diz vereador Suíca sobre a nova proposta apresentada pelo presidente
18 de Março de 2019 - Redação Pernambués agora
Vereadores criticam reforma previdenciária e protesto está marcado para sexta-feira
Em sessão ordinária na tarde desta segunda-feira (18), o vereador Luíz Carlos Suíca (PT) e a coordenadora do Sindlimp Ana Angélica Rabello, criticaram a reforma previdenciária proposta pelo presidente do país.
Ana Angélica defendeu a situação da mulher com a reforma na previdência: “Nós mulheres não iremos aguentar trabalhar até 65 anos”, disse. Ela conclui alertando a situação das mulheres que trabalham de forma terceirizada:” Se já é ruim pra quem é servidor público, imagine para quem é terceirizado”?
O edil também se mostrou insatisfeito com a reforma:” Não podemos aceitar. A reforma tem que ser debatida com os vereadores. Os trabalhadores têm sonho de se aposentar. Essa reforma é um tiro na nação brasileira”, lamentou.
A reforma:
Atualmente, a Aposentadoria por Tempo de Contribuição não faz a exigência da Idade, podendo o contribuinte se aposentar com 35 anos de contribuição se homem, ou 30 anos se mulher.
Já a Aposentadoria por idade exige 65 anos para os homens e 60 para mulheres, com um mínimo de 15 anos de contribuição.
A única ressalva a serem feitas nestes casos é a aplicação do fator previdenciário, que diminui a renda do cidadão conforme a sua idade.
A proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo governo Institui uma idade mínima de 65 anos para o homem e 62 para as mulheres.
Desta forma, deixa de existir a Aposentadoria Por Tempo de Contribuição, tornando-se obrigatório no Brasil uma idade mínima para qualquer pessoa que queria se aposentar.
No entanto, haverá uma regra de transição para as pessoas que estão próximas da aposentadoria.
Tempo mínimo de contribuição: 65 anos de idade homem
62 anos de idade mulher
20 anos de Contribuição ambos os sexos
Cálculo:
Hoje o teto da previdência é de R$ 5,839 mil.
Para quem recebe um Salário mínimo, o valor continua o mesmo já que o texto não prevê pagamento de benefícios previdenciários abaixo deste valor.
Segundo especialistas, esta forma de cálculo poderá sofrer uma forte rejeição no Congresso, considerando ser bastante dura com o trabalhador.
Outro ponto bastante discutido sobre a Reforma da Previdência em 2019 é a acumulação de Benefícios.
De acordo com as propostas, vai existir a vedação para que se possa acumular integralmente Pensão Por Mortecom a Aposentadoria.
A acumulação será permitida, mas vai haver um desconto progressivo em um dos benefícios, criando-se um limite a ser definido posteriormente.
Esse ponto da reforma sofre enormes críticas por parte de especialistas, pois afinal de contas, as despesas da casa não diminuem pelo fato de um dos cônjuges falecerem.
Mas infelizmente a questão da acumulação das Aposentadorias com Pensões, ainda que de regimes diferentes, é um ponto praticamente certo para sofrer mudanças.
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