Aécio diz que questão da reeleição deve ser discutida no Congresso
07 de Outubro de 2014 - PiatãPara o candidato, cinco anos é um bom tempo para o mandato. Ele destacou que, apesar de ser filiado ao mesmo partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos responsáveis por colocar em pauta o tema da reeleição, que acabou sendo implantada, o período em que ela foi adotada foi uma experiê

Durante encontro com trabalhadores da construção civil, nesta terça-feira, 07, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, disse hoje (7), disse que sua proposta de governo está aberta a novas contribuições.
Perguntado sobre a expectativa de ter apoio de Marina Silva no segundo turno das eleições, Aécio reafirmou que vê convergências importantes entre seu programa de governo e o dela, mas ressaltou que é preciso respeitar o tempo e as discussões internas de cada partido. Candidata do PSB à Presidência, Marina ficou em terceiro lugar no primeiro turno.
“É uma questão que não depende de mim. Temos que respeitar cada um daqueles que se posicionaram em outra direção no primeiro turno. O segundo turno é o momento das convergências, das aproximações. Vamos aguardar com respeito a movimentação dos candidatos”, disse Aécio.
No encontro com os trabalhadores, o candidato defendeu mandato de cinco anos, sem reeleição, para todos os cargos públicos, proposta também defendida por Marina. Segundo Aécio, trata-se de uma questão que precisa ser discutida no Congresso Nacional. “Não estamos falando do fim da reeleição para presidente da República apenas. Estamos falando da reeleição de governadores e prefeitos, então, é preciso haver um entendimento no Congresso Nacional."
Para o candidato, cinco anos é um bom tempo para o mandato. Ele destacou que, apesar de ser filiado ao mesmo partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos responsáveis por colocar em pauta o tema da reeleição, que acabou sendo implantada, o período em que ela foi adotada foi uma experiência que pode ser mudada. O candidato não respondeu, entretanto, se abriria mão da reeleição, no caso de ser vitorioso no segundo turno.
“É uma questão para ser discutida. Não morro de amores pela reeleição, mas estamos falando em tese, em projetos para o Brasil. Defendo a coincidência dos mandatos, e isso, obviamente, envolve outras negociações com prefeitos, governadores e parlamentares. Não é uma decisão unilateral de um candidato à Presidência da República”, afirmou.
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