BOMBA: revista Veja afirma que presidente de ONG diz que PT da Bahia desviou milhões de programa habitacional
20 de Setembro de 2014 - PiatãA presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele Paiva, revelou em entrevista a Veja que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas.
A revista VEJA dessa semana traz em destaque uma matéria que trará muitos desdobramentos na politica baiana e vai refletir diretamente no processo eleitoral de 5 de outubro. De acordo com a publicação, o Partido dos Trabalhadores (PT-BA) teria desviado milhões de reais de um programa habitacional para financiar o caixa da campanha eleitoral de candidatos do partido.
Segundo a Veja, o Ministério Público investiga desde 2010 o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia, que em 2008, foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda.
A investigação do MP indicava que parte dos 17,9 milhões de reais, que saíram do Fundo de Combate à Pobreza e foram destinados a entidade para construção das obras haviam desaparecido. Contudo, apesar de reunir algumas provas, não havia nada além de suspeitas sobre o destino dado ao recurso desviado.
Ainda de acordo com a publicação o caso está prestes a ter um fim. A presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, teria revelado ao veículo de comunicação durante entrevista, que a entidade teria sido criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. Segundo Dalva, o esquema chegou a movimentar 50 milhões de reais desde 2004.
A presidente explicou que o golpe funcionava da seguinte forma: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.
Redação Bahia no Ar com informações de Veja
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