Poucos deputados vão a início de sessão que pode votar orçamento
26 de Dezembro de 2013 - PiatãSessão plenária ordinária acontece nesta quinta, na Assembleia Legislativa. Orçamento da BA é principal pauta. Recesso parlamentar pode ser adiado.
Foto:G1Cerca de 15, dos 64 deputados estaduais, estiveram presentes no início da sessão plenária ordinária desta quinta-feira (26), a última deste ano, realizada na Assembleia Legislativa da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O início estava marcado para as 9h30.
Entre as pautas que podem ser ser votadas nesta quinta-feira, está Proposta Orçamentária da Bahia para 2014. De acordo com o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Marcelo Nilo (PDT), a previsão é que o projeto enviado pelo Executivo seja votado na madrugada de sexta-feira (27). Caso não ocorra, o recesso de janeiro deverá ser adiado porque será preciso uma sessão extraordinária.
"Os deputados da oposição estão obstruindo a votação. Pelo visto, vai até de manhã. A maioria quer votar, mas a base da oposição não quer. A previsão é que seja votado, mas de madrugada", acredita.
O líder da bancada de oposição, Elmar Nascimento (DEM), não estava presente no início da sessão e não atendeu aos telefonemas da reportagem. O líder da bancada do governo, Zé Neto (PT), estava no plenário.
Orçamento
No dia 26 de setembro, a Proposta Orçamentária da Bahia para o ano de 2014 foi entregue à Assembleia Legislativa, em Salvador. O Governo da Bahia informou que o orçamento é de R$ 36,9 bilhões, um aumento de 5,2% em relação aos valores de 2013, que chegaram aos R$ 35,1 bilhões.
Segundo a Secretaria de Planejamento, a estimativa é a de que, do total, R$ 22,7 bilhões, ou 63%, sejam destinados às áreas de saúde (15,1%), educação (13,3%) e segurança pública (9,8%). No percentual para educação, que totaliza R$ 4,8 bilhões, a Secretaria indica o montante não inclui os recursos do Estado ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que somam R$ 3,9 bilhões.
A proposta é que a verba destinada ao combate à violência aumente 10,4% em comparação ao ano passado, recebendo agora R$ 3,5 bilhões. O Governo também aponta aumento na verba para habitação, de 58,1%, e de saneamento, de 29,8%. *G1.
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