Camaçari: Em sessão especial, Câmara reforça importância da preservação da cultura indígena
25 de Abril de 2015 - PiatãDurante a sessão, o presidente da Fraternidade dos Povos Indígenas Integrados do Brasil, (FIBRAS), Marcos Ellder Hyani Tyera, lembrou que em 2014, um projeto de lei de autoria do Legislativo foi sancionado pelo Poder Executivo e instituiu o mês de abril como o Mês Municipal da Consciência Indígena A
Estudantes, militantes indígenas e representantes de movimentos sociais lotaram o plenário da Câmara de Camaçari para discutir o direito dos indígenas e compartilhar histórias relacionadas à cultura do povo. A Sessão Especial em homenagem ao Mês Municipal da Consciência Indígena Americana, aconteceu nesta sexta-feira (24/04) e é uma iniciativa de todos os vereadores da Casa.
Ao abrir o evento, o presidente da Câmara, vereador Marcelino (PT), destacou a importância de ações que preservem a cultura indígena. “Me perguntaram se em Camaçari tem índio. Eu respondi com um outro questionamento: em que lugar neste país não tem índio? Hoje, os estudantes tiveram oportunidade de conhecer aspectos históricos deste povo que muitas vezes não são contados nos livros. Isso reforça o respeito à diversidade e também a luta por igualdade de direitos”, afirmou.
Durante a sessão, o presidente da Fraternidade dos Povos Indígenas Integrados do Brasil, (FIBRAS), Marcos Ellder Hyani Tyera, lembrou que em 2014, um projeto de lei de autoria do Legislativo foi sancionado pelo Poder Executivo e instituiu o mês de abril como o Mês Municipal da Consciência Indígena Americana.
“Esta sessão faz parte do 1º Simpósio Indígena do Território Metropolitano de Salvador, sediado em Camaçari, e é um marco histórico não só para nosso município, mas para o país. Contamos com apoio dos poderes públicos para dialogar em busca dos nossos objetivos e seguimos na luta para garantir direitos para o povo indígena de Camaçari e região”, pontuou Marcos Ellder Hyani Tyera.
Para a escritora Denizia Kawany, estes eventos possibilitam aos estudantes um contato com a história de uma forma lúdica, com cantos e contos. “É um prazer trazer conhecimento tanto da ancestralidade como conhecimento formal para estes estudantes. É importante contar a história usando ferramentas lúdicas e trocando experiências de pessoas que vivem esta história”, explicou.
A representante da Nação Kambeba, do estado do Amazonas, Márcia Wayna, esteve em Camaçari pela segunda vez participando do evento. Ela recitou um poema e cantou uma música indígena. “É muito gratificante ver que Camaçari dedica homenagem a nossa nação indígena. Este encontro proporciona a troca de experiências com indígenas de diversas regiões, o que enriquece a construção e preservação da história do nosso povo”, finalizou.
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