Suspeitas de microcefalia aumentam para 150 na Bahia; Três casos em Camaçari
07 de Dezembro de 2015 - Diogenes MatosAs cidades com maior número de suspeitas que têm indicativo de perímetro são Salvador (53), Lauro de Freitas (4) e Camaçari (3).
Aumentaram para 150 os casos suspeitos de microcefalia até o dia 3 de dezembro, na Bahia. O novo balanço da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) foi divulgado nesta segunda-feira (7). Há três dias, eram 112 a quantidade de notificações. Ao todo, seis bebês já morreram em decorrência da doença. Os óbitos ocorreram nas seguintes cidades: Salvador (1), Itapetinga (1), Olindina (1), Tanhaçu (1), Camaçari (1) e Itabuna (1). De acordo com a Sesab, dos 150 casos registrados, 86 estão confirmados com perímetro encefálico igual ou menor que 32 centímetros. Além disso, há ainda 64 notificações sem informações sobre o perímetro encefálico. As cidades com maior número de suspeitas que têm indicativo de perímetro são Salvador (53), Lauro de Freitas (4) e Camaçari (3). A Secretaria ressalta a importância de que a suspeita, notificação e registro de casos de microcefalia sejam computados para o processo de investigação, para a identificação de causas e acompanhamento da evolução dos casos. A Sesab aponta que todos os casos que se enquadrem na definição do Ministério da Saúde sejam comunicados em até 24 horas pela equipe do local onde foi realizado o diagnóstico. Camaçari A secretaria municipal de saúde de Camaçari foi procurada pela redação do Portal Bahia no Ar para dar maiores detalhes sobre os três casos suspeitos de microcefalia no município, mas as ligações não foram atendidas. Recomendações do Ministério da Saúde:- Principalmente as mulheres grávidas devem tomar os seguintes cuidados -
- Atualizar as vacinas de acordo com o calendário vacinal do programa nacional de imunização do Ministério da Saúde
- Atenção sobre a natureza e a qualidade daquilo que se ingere (água, alimentos, medicamentos), consome ou se tem contato, principalmente sobre a ação desses produtos no desenvolvimento do bebê.
- Proteger-se das picadas de insetos, evitando horários e lugares com presença de mosquitos e, sempre que possível, utilizar roupas que protejam o corpo.
- Consultar o médico sobre o uso de repelentes e verificar atentamente no rótulo a concentração do produto e definição da frequência do uso para gestantes. Além disso, telas de proteção, mosquiteiros e ar-condicionado também são medidas de proteção.
- Se houver qualquer alteração no estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação, comunicar aos profissionais de saúde.
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