Técnicos da Caixa e Ministério das Cidades vistoriam obra do Rio Camaçari
05 de Abril de 2017 - Lenielson PitaUma reunião foi agendada para a tarde de hoje na Gerência de Governo da Caixa, em Salvador.
A obra de saneamento integrado na Bacia do Rio Camaçari foi vistoriada por representantes do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal, na manhã de hoje (5). O objetivo, de acordo com a secretária de Infraestrutura do município, Joselene Cardim, era identificar os problemas existentes e encontrar alternativas para retomar os trabalhos. Os técnicos observaram diversos trechos da obra nos bairros da Nova Vitória, Gleba B, Jardim Brasília e Burissatuba. Na avaliação do gerente de Projetos da Secretaria Nacional de Saneamento Básico, Cezar Scherer, “é preciso encontrar uma solução logo”. Uma reunião foi agendada para a tarde de hoje na Gerência de Governo da Caixa, em Salvador, com técnicos da Prefeitura, Ministério das Cidades e Caixa Econômica. Segundo Waldemar Lott, representante da Caixa em Camaçari, nessa reunião devem ser apresentadas propostas para a continuação da obra. “Existe um entendimento que a obra deve seguir e ser concluída, no entanto, alternativas precisam ser apresentadas, isso acontecendo, vamos discutir”, afirmou. “A ideia era trazer os representantes da Caixa e do Ministério das Cidades para juntos encontrarmos uma solução, o que não pode é a obra ficar parada”, ressaltou a secretária de Infraestrutura de Camaçari, Joselene Cardim, que disse ainda acreditar na distribuição de tarefas entre os órgãos, durante a reunião de hoje a tarde, para viabilizar o prosseguimento do projeto. Entusiasmada com a vistoria, Cardim também afirmou que os técnicos da Caixa e do Ministério das Cidades demonstraram disposição em mudar o projeto da obra. “Eles concordam em alterar o projeto. Não é possível fazer tanta desapropriação, por exemplo. Eles têm vontade em ajudar”, destacou. A secretária também lembrou que a Caixa não reconhece R$ 41 milhões investidos na obra, e explica o que supostamente pode ter acontecido. “Olha, são várias as possibilidades, desde má gestão, como a realização de projetos sem a devida comprovação a desvio de recursos, mas para ser confirmado é necessário que haja uma investigação”, finalizou. [caption id="attachment_190169" align="alignnone" width="1024"]
Técnicos da Caixa e Ministério das Cidades durante a vistoria. Foto: Angelo Pontes.[/caption]
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